Inspirador e tentador... É assim que podemos descrever o Monkeytail & Wellington: um site australiano de vendas se define como "empório online de mercadorias infantis com design independente e feitas à mão" (tradução livre).
Ele reúne e vende marcas de diversos países do mundo, todas com uma característica em comum: produtos super diferentes, especialmente para os pequenos - é claro que as mães também vão amar!
Tem de tudo: roupas, acessórios, objetos de decoração, livros, brinquedos... E o melhor: sim, eles enviam para qualquer lugar do mundo!
Recebemos hoje pelo Twitter o link do que é provavelmente um dos blogs mais fofos do mundo!
Tentando adivinhar tudo o que um bebê pode sonhar, uma mãe finlandesa pra lá de criativa bota imaginação e talento pra funcionarem durante as sonecas diárias de sua pequena filha... Ela monta e fotografa os cenários dos sonhos e reúne todos no blog Mila's Daydreams.
É muito comum ouvir mães de meninos protestando contra a falta de opção de roupinhas diferentes para crianças do sexo masculino. Realmente, se compararmos a seção feminina e a masculina de qualquer loja de roupa infantil, as mães de meninas quase sempre saem ganhando, e muito, na variedade e na quantidade.
Mas... isso não é uma regra. Se soubermos procurar e ficarmos de olho, dá pra encontrar muita coisa legal para menininhos estilosos.
Então, hoje trazemos dois achados especiais para as mães de meninos...
- Os Quindins: localizada na Vila Madalena, São Paulo, traz uma seleção multimarcas muito fofa, original e de bom gosto de roupas para meninos (as araras femininas também são de enlouquecer, mas isso não é lá tão original assim, né, rs...)
- Nicobaldo: marca carioca criada especialmente para vestir meninos! É do Rio mas vende pela internet e envia para qualquer lugar.
Gostou?! Se você é mãe de menino e tem mais sugestões de roupinhas legais, mande pra nós!
Muitos meios de comunicação (leia na Folha Online) estão noticiando o projeto de lei que deve proibir a pais, responsáveis e educadores o "castigo corporal" e o "tratamento cruel e degradante" às crianças. Hoje, no ECA ("Estatuto da Criança e do Adolescente), os "maus tratos" já são mencionados, sem se especificar exatamente que tipo de castigo seria condenável. A intenção do novo projeto, é, acima de tudo, acabar com a banalização da violência doméstica, aumentar a consciência das pessoas e promover campanhas constantes sobre o assunto.
Educar não é tarefa fácil, dá mesmo muito trabalho. Mas, afinal, quem opta por ter um filho deve estar consciente de sua missão, que é praticamente eterna e uma das maiores responsabilidades que alguém pode assumir para si. Muitos pais acabam recorrendo à palmada e a castigos, por vezes humilhantes, porque não enxergam ou não conhecem outra opção para educar e disciplinar suas crianças. O fato é que esses recursos, por mais inocentes e banais que possam parecer, trazem consequências físicas, emocionais e psicológicas à criança e podem marcar para sempre sua personalidade.
Por isso é tão importante um projeto de lei como este, que mostre às pessoas o lado negativo de um comportamento ainda visto por muitos como aceitável, a partir de argumentos como: "ah, eu apanhei do meu pai na infância e nunca tive problemas por isso" ou "uma palmadinha funciona e não faz mal a ninguém, meu filho passou a me obedecer muito mais depois disso".
O problema não é uma palmadinha, um beliscão, uma bronca mais dura. O problema é que este tipo de argumento só contribui para a banalização da violência. Porque muitos pais conhecem o limite entre um beliscão e um castigo corporal mais forte, mas segundo a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Carmen Oliveira, a preocupação principal do projeto não é com a palmada: "Nossa preocupação é com as palmadas reiteradas, e a tendência de que a palmada evolua para surras, queimaduras, fraturas, ameaças de morte".
Um post do blog Salvem as Nossas Crianças conta como é a legislação sobre os castigos físicos ao redor do mundo.
A revista Crescer publicou um especial bem interessante sobre o assunto, com uma coletânea de artigos que debatem o castigo corporal e sugerem outros caminhos e opções aos pais que se vêem em apuros na complexa tarefa de educar.
Lembramos que dar muito amor e sempre dar limites é um ótimo começo!
Você já bateu no seu filho? Como lida com esse assunto?
Denatran estuda possibilidade de sugerir às montadoras de veículos que troquem o padrão dos cintos de segurança dos carros para que a lei possa ser cumprida o quanto antes. Veja a notícia no site da Câmara dos Deputados e no jornal Dourados Agora.
Revista Crescer publica artigo alertando sobre os riscos do mau uso do bebê-conforto quando fora do veículo.
"(...) Uma pesquisa americana publicada na revista Pediatrics, da Associação Americana de Pediatria, mostra que aproximadamente nove mil bebês por ano são encaminhados ao hospital por causa de acidentes que acontecem fora do carro relacionados ao bebê-conforto. Uma das razões dos acidentes apontada pelo estudo é que os pais colocam os bebês em mesas e bancos, na altura dos olhos mas longe do chão, e acham que os filhos ainda não têm coordenação motora o suficiente para se mover e cair. O problema é que, muitas vezes, os bebês aprendem a ser virar de uma hora pra outra e pegam os pais de surpresa.(...)"
Revista Pais e Filhos informa mudanças na legislação sobre a licença maternidade:
"O Senado aprovou, em 1º turno, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que exige ser obrigatória a ampliação da licença maternidade de quatro para seis meses, na última quarta-feira (07/07/2010).
Atualmente, a lei exige que os 180 dias são facultativos às empresas, e a obrigatoriedade é apenas de 120 dias. Como o trâmite de aprovação das PEC’s é diferenciado, se comparado às leis comuns, ainda falta o Senado votar em segundo turno a proposta da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN). Depois a votação segue para a Câmara dos Deputados. (...)"
Contar histórias é uma das atividades mais prazerosas que se pode compartilhar com uma criança!
Pode ser de livro ou história inventada. Pode ser bem curtinha, interminável, em capítulos. Pode ser sempre na hora de dormir ou a qualquer hora. Não requer nenhuma técnica especial, basta se dedicar ao momento e deixar a imaginação fluir.
Além de estimular o desenvolvimento da criança, é uma ótima forma de passar mais tempo bem pertinho do seu filho...
Confira o texto que a revista Pais e Filhos publicou sobre o tema, explicando a importância de contar histórias e dando ideias que podem ajudar os pais que ainda não têm muita prática nessa atividade.
Qual a história preferida do seu filho? Mande suas indicações de livros infantis (por email ou na nossa página do Facebook), para montarmos um post só com sugestões de leitura para os pequenos!
Há muitos pontos de vista, muitas opiniões e muitas experiências sobre o papel da mulher e da mãe na nossa sociedade atual. Não dá pra dizer qual caminho é o certo ou qual postura é mais adequada. Mas dá pra pensar e refletir muito sobre o assunto... E talvez esse seja um dos únicos caminhos realmente certos.
O blog Mamíferas difunde informação de qualidade sobre a maternidade ativa. Um pouco do que é maternidade ativa, segundo as autoras do blog: "Não se deixar levar por regras e padrões estabelecidos, acreditar no próprio instinto, não economizar carinho ou colo, sair da zona de conforto, questionar e ir atrás dos porquês, encontrar verdades próprias, ao invés de fazer como sempre se fez, porque “é assim que tem que ser. (...) Ser mamífera é maternar com consciência, é ter um papel ativo na criação dos filhotes. É não passar procuração, é assumir responsabilidade."
São muitíssimos os assuntos tratados no blog e vale muito a pena ler e pensar. Um dos posts mais recentes que rolaram por lá, foi sobre a valorização da maternidade, um assunto que interessa a todas as mães, seja lá qual for seu perfil social ou seu estilo de vida, não? O post foi inspirado pelo manifesto virtual criado pelo Grupo Cria em defesa das mães, da valorização de seu papel na sociedade, na família, pelo direito da mulher de optar por viver a maternidade integralmente sem ser subjulgada...
Cada mãe tem o seu jeito e procura a melhor maneira de lidar com as questões da maternidade. O importante é estar consciente de seu papel e procurar seu próprio caminho, com informação, com sabedoria, com segurança...
Você concorda com o manifesto? Você se sente segura e confortável perante suas escolhas como mãe?