Hora do passeio!

Posted by comunicacao 20/08/2010 at 13h26

A descoberta de um novo universo que nos espera lá fora... Este é um dos motivos que torna tão prazerosos os passeios com nossos bebês!

O passeio desperta a criança para o mundo, estimulando principalmente o desenvolvimento da visão, mas também do tato e da audição. Ela começa a interagir e a conhecer novos lugares, novas pessoas, passa a perceber as infinitas cores e formas que a rodeiam. Além disso, é um momento de descoberta para a mãe também, uma forma diferente de conviver com o seu bebê e com o mundo, agora transformado pelo novo olhar da maternidade.

Sair de casa com o bebê, no começo, pode parecer trabalhoso; há tantas coisas para levar! A mãe se preocupa em prever tudo o que pode precisar enquanto está fora de casa... Isto é normal e aos poucos todos se adaptam. O que importa mesmo é se preparar, conhecendo as necessidades do bebê em cada momento e, assim, as saídas com seu filho serão cada vez mais práticas e, claro, muito prazerosas!

Os passeios de carrinho

Andar a pé pelo bairro, caminhar no parque, no calçadão, fazer compras no shopping, comer fora, visitar amigos... Para garantir o conforto e a segurança do bebê em todos estes momentos, existem vários modelos de carrinhos que se adaptam às suas necessidades e ao seu estilo.

Respeitar as etapas do crescimento do bebê é primordial. A posição deitada é a ideal para o recém-nascido. Depois, a posição recostada permite-lhe satisfazer a sua curiosidade antes de passar à posição sentada.

Durante os primeiros meses, o bebê precisa dormir muito (de 18 a 20 horas por dia). O desenvolvimento depende de um sono de qualidade.

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Ter um bom carrinho tradicional (ou “carrinho-berço”) é fundamental para mães que passam bastante tempo fora de casa com seu bebê, pois proporciona conforto e aconchego para que ele durma bem onde quer que esteja.

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Além disso alguns modelos são vendidos junto - ou compatíveis - com bebê-conforto que se encaixa facilmente no carrinho. O chamado Travel System (bebê-conforto + carrinho) é prático porque, entre outras coisas, para transferir o bebê do carro para o carrinho e vice-versa, você não precisa tirá-lo do bebê-conforto.

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O carrinho de passeio, tipo “guarda-chuva”, é uma ótima opção, sobretudo para bebês que já passam mais tempo acordados e que já ficam sentados. É um carrinho mais leve e mais prático para abrir e fechar, carregar e guardar. Existem modelos que reclinam totalmente, mantendo assim a possibilidade de um soninho bom durante os passeios.

 

 

Conheça os modelos de carrinhos da Bébé Confort: Mila e Loola Up. Ambos fazem Travel System com o bebê-conforto Streety.fix.

 

O que considerar na hora de escolher um carrinho:

- Durante quanto tempo você pretende usar o carrinho?

- Você pretende andar bastante a pé com o bebê?

- Você vai usar o carrinho como berço em muitas situações?

- O carrinho deita o suficiente para recém-nascidos?

- Qual a idade recomendada no manual?

- O carrinho é compatível com algum bebê-conforto?

- O cinto de segurança é prático e prende bem?

- O bebê ficará bem protegido do sol?

- A capota tem visor para você enxergar o bebê?

- A cor/estampa é adequada? Fácil de limpar? Disfarça a sujeira?

- O carrinho tem cesto para guardar as coisas do bebê? Se tiver, ele é acessível mesmo quando o encosto está abaixado?

- O encosto é fácil reclinar e levantar?

- A altura da barra é regulável e/ou adequada para a mãe e para o pai empurrarem?

- O carrinho é fácil e confortável de “dirigir”?

- É fácil de abrir e fechar?

- É pesado para carregar?

- Quando fechado, o carrinho para em pé, ocupa muito espaço?

- Cabe no porta-malas do seu carro?

Algumas dicas para um bom passeio de carrinho:

- Nunca deixe a criança sozinha, mesmo que seja por segundos.

- Sempre trave o freio quando o carrinho estiver parado, mesmo se for por pouco tempo, inclusive para colocar e tirar o bebê.

- Não se esqueça de ajustar e de apertar o cinto de segurança mesmo se o passeio for curto. Verifique sempre o seu estado.

- Nos primeiros meses, o assento deve ficar virado para quem empurra o carrinho; depois, deve ser virado para frente para que o bebê observe o mundo enquanto passeia.

- Não coloque seu bebê sentado enquanto ele não for capaz de sustentar-se sozinho.

- No frio, agasalhe bem seu bebê, em particular as extremidades. Não se esqueça que, enquanto passeia com o bebê, este permanece imóvel.

- No calor, utilize uma sombrinha ou uma capota para proteger o bebê do sol. Mantenha-o hidratado e não se esqueça do protetor solar!

- Na cidade, para que o bebê respire um ar mais puro, procure andar por ruas menos movimentadas e evite horários de pico.

- Antes de passear, prepare uma bolsa com fraldas, paninhos de boca, trocador de fralda portátil, mudas de roupa e os brinquedinhos preferidos do bebê.

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Superproteção tem limite

Posted by comunicacao 17/08/2010 at 12h24

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Matéria em destaque hoje no site da revista Crescer fala sobre a superproteção. É um assunto interessante porque nos faz pensar na medida certa entre proteger e permitir que a criança se desenvolva de maneira saudável e livre, experimentando coisas novas, aprendendo a enfrentar os riscos com a sua própria capacidade...

 

(foto: site da Crescer)

Uma pesquisa feita em quatro países - Brasil, Argentina , França e Reino Unido - revelou que os pais brasileiros são os que mais têm medo de que seus filhos se machuquem em situações novas, como andar de bicicleta, por exemplo. A violência e os perigos das grandes cidades seriam os principais motivos para essa cultura dos pais brasileiros, de demorar mais para soltar seus filhos diante dos novos desafios. Mas especialistas são claros em afirmar que a superproteção em excesso impede as crianças de crescerem e amadurecerem. Das crianças pesquisadas, quando perguntadas sobre qualquer coisa no mundo que pudessem fazer, 24% disseram que têm vontade de experimentar atividades radicais.

Você se sente uma mãe superprotetora? Qual seria, para você, o equilíbrio entre proteger e permitir?

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Semana Mundial do Aleitamento Materno 2010

Posted by comunicacao 05/08/2010 at 14h49

Um dos assuntos mais presentes na gravidez e nos primeiros tempos da maternidade é, certamente, a amamentação. A maioria das mulheres se preocupam antecipadamente com essa questão, procurando se informar e se preparar para desempenhar um dos mais importantes papeis da vida de uma mãe.

Existem as que se realizam plenamente nesta função, conseguem amamentar seus filhos por longos períodos e guardam para sempre na memória a sensação indescritível do vínculo que se cria a partir deste ato. Existem, porém, as que encontram dificuldades, sentem dores e incômodos e, muitas vezes por falta de apoio e orientação correta, acabam por abrir mão da amamentação precocemente.      

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(imagem: site da ONU)

A Semana Mundial do Aleitamento Materno, apoiada pela Organização Mundial da Saúde e pela ONU, acontece todos os anos no mês de agosto e visa difundir o assunto ao redor do mundo, fazendo com que hospitais, profissionais da saúde e as próprias mães (e suas famílias) tenham acesso a informação de qualidade que contribua no estímulo, na orientação, na conscientização...

Neste ano de 2010, o tema da Semana Mundial é “Vamos cumprir os 10 Passos para o sucesso do aleitamento materno para que os Hospitais sejam amigos da criança! E vamos tornar outros espaços amigos da criança…”. O material oficial de divulgação da campanha - aqui! - explica quais são os 10 passos de apoio e defesa do aleitamento materno e sugere ações para os sistemas de saúde e comunidades, a nível local, nacional e mundial. Vale muito a pena ler o documento e espalhá-lo por aí!

Não existe um alimento melhor para um bebê do que o leite materno e é isso que as mães devem ter em mente, em primeiro lugar. Portanto, amamentar é, acima de tudo, proporcionar ao seu filho a nutrição ideal para que ele se desenvolva com saúde.

Durante os 6 primeiros meses de vida, um bebê não precisa e não deve receber nenhum outro alimento além do leite materno (nem mesmo água, que já está presente em quantidade suficiente no leite - sim, a natureza é perfeita). Depois dos 6 meses, outros alimentos são introduzidos aos poucos, paralelamente à amamentação no seio, que deve seguir até os 2 anos de idade, pelo menos. Esta conduta, segundo matéria publicada na Folha de São Paulo, "poderia salvar a vida de 1,5 milhão de crianças anualmente em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde". Porém, na prática, estima-se "que apenas 35% das crianças com até 6 meses de vida recebam exclusivamente o leite materno". Nos últimos dias, muitos veículos de comunicação estão publicando reportagens sobre o tema, como as revistas especializadas Crescer e Pais e Filhos, que publicaram especiais online para a Semana Mundial do Aleitamento Materno.

Com raríssimas exceções, toda mulher pode e deve amamentar! A dor e o incômodo não são regra. Podem acontecer, sim, mas são totalmente superáveis quando existe vontade e apoio. Muitas vezes, familiares e médicos, mesmo que com boas intenções, prejudicam o processo, dando conselhos e orientações que podem colocar tudo a perder. O ideal seria que todas as maternidades, todos os médicos, todos os profissionais de saúde que lidam com o aleitamento, seguissem de fato os 10 passos sugeridos pela OMS, o que nem sempre acontece, infelizmente.

Por outro lado, existem, grupos nacionais e internacionais de apoio (muitos deles estão na internet) às mulheres que amamentam. Eles podem ser parceiros essenciais neste momento tão especial e único da vida da mãe e da criança. Selecionamos os sites de alguns deles aqui:

- Amamentação Online

- Amigas do Peito

- De Peito Aberto

- IBFAN Brasil

- La Leche League 

- Matrice

- World Alliance for Brestfeeding Action

Receber leite materno é direito de toda criança e amamentar é direito de toda mãe. Portanto, faça a sua parte: busque informação, prepare-se e não hesite em pedir ajuda se não se sentir segura e bem amparada!  

Amamentar o seu bebê é um dos maiores benefícios que você pode proporcionar a ele e a você. Pense nisso!

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Crianças vêem, crianças fazem

Posted by comunicacao 16/07/2010 at 14h29

Um vídeo tocante para mostrar o óbvio que a gente às vezes esquece…

Somos um espelho para as crianças. Vamos fazer a nossa parte e dar um bom exemplo?

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Palmada não!

Posted by comunicacao 14/07/2010 at 11h13

Muitos meios de comunicação (leia na Folha Online) estão noticiando o projeto de lei que deve proibir a pais, responsáveis e educadores o "castigo corporal" e o "tratamento cruel e degradante" às crianças. Hoje, no ECA ("Estatuto da Criança e do Adolescente), os "maus tratos" já são mencionados, sem se especificar exatamente que tipo de castigo seria condenável. A intenção do novo projeto, é, acima de tudo, acabar com a banalização da violência doméstica, aumentar a consciência das pessoas e promover campanhas constantes sobre o assunto.

Educar não é tarefa fácil, dá mesmo muito trabalho. Mas, afinal, quem opta por ter um filho deve estar consciente de sua missão, que é praticamente eterna e uma das maiores responsabilidades que alguém pode assumir para si. Muitos pais acabam recorrendo à palmada e a castigos, por vezes humilhantes, porque não enxergam ou não conhecem outra opção para educar e disciplinar suas crianças. O fato é que esses recursos, por mais inocentes e banais que possam parecer, trazem consequências físicas, emocionais e psicológicas à criança e podem marcar para sempre sua personalidade.

Por isso é tão importante um projeto de lei como este, que mostre às pessoas o lado negativo de um comportamento ainda visto por muitos como aceitável, a partir de argumentos como: "ah, eu apanhei do meu pai na infância e nunca tive problemas por isso" ou "uma palmadinha funciona e não faz mal a ninguém, meu filho passou a me obedecer muito mais depois disso".

O problema não é uma palmadinha, um beliscão, uma bronca mais dura. O problema é que este tipo de argumento só contribui para a banalização da violência. Porque muitos pais conhecem o limite entre um beliscão e um castigo corporal mais forte, mas segundo a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Carmen Oliveira, a preocupação principal do projeto não é com a palmada: "Nossa preocupação é com as palmadas reiteradas, e a tendência de que a palmada evolua para surras, queimaduras, fraturas, ameaças de morte".

Um post do blog Salvem as Nossas Crianças conta como é a legislação sobre os castigos físicos ao redor do mundo.

A revista Crescer publicou um especial bem interessante sobre o assunto, com uma coletânea de artigos que debatem o castigo corporal e sugerem outros caminhos e opções aos pais que se vêem em apuros na complexa tarefa de educar.

Lembramos que dar muito amor e sempre dar limites é um ótimo começo!

Você já bateu no seu filho? Como lida com esse assunto?

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Mãe contadora de histórias

Posted by comunicacao 08/07/2010 at 14h45

Contar histórias é uma das atividades mais prazerosas que se pode compartilhar com uma criança!

Pode ser de livro ou história inventada. Pode ser bem curtinha, interminável, em capítulos. Pode ser sempre na hora de dormir ou a qualquer hora. Não requer nenhuma técnica especial, basta se dedicar ao momento e deixar a imaginação fluir. 

Além de estimular o desenvolvimento da criança, é uma ótima forma de passar mais tempo bem pertinho do seu filho...

Confira o texto que a revista Pais e Filhos publicou sobre o tema, explicando a importância de contar histórias e dando ideias que podem ajudar os pais que ainda não têm muita prática nessa atividade.

Qual a história preferida do seu filho? Mande suas indicações de livros infantis (por email ou na nossa página do Facebook), para montarmos um post só com sugestões de leitura para os pequenos!

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Ser mãe, ser mulher

Posted by comunicacao 08/07/2010 at 11h06

Há muitos pontos de vista, muitas opiniões e muitas experiências sobre o papel da mulher e da mãe na nossa sociedade atual. Não dá pra dizer qual caminho é o certo ou qual postura é mais adequada. Mas dá pra pensar e refletir muito sobre o assunto... E talvez esse seja um dos únicos caminhos realmente certos.

O blog Mamíferas difunde informação de qualidade sobre a maternidade ativa. Um pouco do que é maternidade ativa, segundo as autoras do blog: "Não se deixar levar por regras e padrões estabelecidos, acreditar no próprio instinto, não economizar carinho ou colo, sair da zona de conforto, questionar e ir atrás dos porquês, encontrar verdades próprias, ao invés de fazer como sempre se fez, porque “é assim que tem que ser. (...) Ser mamífera é maternar com consciência, é ter um papel ativo na criação dos filhotes. É não passar procuração, é assumir responsabilidade."

São muitíssimos os assuntos tratados no blog e vale muito a pena ler e pensar. Um dos posts mais recentes que rolaram por lá, foi sobre a valorização da maternidade, um assunto que interessa a todas as mães, seja lá qual for seu perfil social ou seu estilo de vida, não? O post foi inspirado pelo manifesto virtual criado pelo Grupo Cria em defesa das mães, da valorização de seu papel na sociedade, na família, pelo direito da mulher de optar por viver a maternidade integralmente sem ser subjulgada...  

Cada mãe tem o seu jeito e procura a melhor maneira de lidar com as questões da maternidade. O importante é estar consciente de seu papel e procurar seu próprio caminho, com informação, com sabedoria, com segurança...

Você concorda com o manifesto? Você se sente segura e confortável perante suas escolhas como mãe? 

Divida com a gente sua experiência... Já conhece a nossa página no Facebook? Já está seguindo a Bébé Confort no Twitter?

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Grávida e linda

Posted by comunicacao 06/07/2010 at 13h02

Se você está no final da gravidez ou teve bebê há pouco tempo, pode estar se sentindo um pouco inchada e isso é normal... Os hormônios, na gravidez, durante e após o parto podem causar inchaço, que se revela explicitamente nos traços do rosto da mulher.

Muitas se sentem belas simplesmente pela felicidade dessa fase maravilhosa da vida de qualquer mulher, e isso é ótimo! Mas não é pecado se olhar no espelho e sentir vontade de dar um "tapa" no visual para ficar mais bonita, mesmo que o foco neste momento seja se dedicar à maternidade.

Pensando nisso, a revista Crescer publicou um passo a passo de maquiagem especial para grávidas, com truques para afinar o rosto. Confira:

Pré-maquagem: primeiro passe um produto para preparar a pele para receber a maquiagem. Eles tiram o brilho e reduz o tamanho dos poros.

Maçã do rosto e queixo: a regra é clássica. Para esconder, basta escurecer. Faça um biquinho com os lábios. A parte que saltar da maçã do rosto deve ser pincelada com um dos dois produtos nessa tonalidade. Passe também bem rente ao queixo. Depois, na parte de cima da maçã do rosto, retoque com um blush rosa-claro para dar um brilho.

Boca: deixe o gloss de férias em casa e aposte nos batons tons de boca ou os que são um pouco mais escuros. Eles vão fazer sucesso no inverno.

Cílios: agora que sua maquiagem está perfeita, e o volume do seu rosto parece menor, use um rímel para dar volume e alongar - e deixar seu olhar mais expressivo.

Você teve inchaços durante ou logo após a gravidez? Como lidou com isso? Conseguiu encontrar maneiras de aliviar o desconforto?

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Menino ou menina?

Posted by comunicacao 08/06/2010 at 12h58

Um dos assunto do momento para quem está grávida são os testes de sexagem fetal... São exames que prometem uma probabilidade relativamente alta de acerto do sexo do bebê antes mesmo dele atingir o tamanho mínimo para que o médico consiga ver o sexo pelo ultrassom.

A chamada sexagem fetal feita com o sangue da mãe, rastreia a possível presença de cromossomos Y na corrente sanguínea, o que acusaria um bebê do sexo masculino. A técnica permite conhecer o sexo a partir da oitava semana. E a partir da 13ª semana chega a 100% de acerto. Além de simplesmente matar a curiosidade, este exame também pode ajudar, em casos especiais, a detectar problemas genéticos relacionados aos cromossomos que definem o sexo.

Existe também o autoteste, comprado em farmácia e que se faz com a urina da mãe. Em 10 minutos fica-se sabendo o resultado. Mas a chance de acerto deste tipo de teste é menor que a do exame de sangue, varia entre 82% e 90%.

Saber o sexo com tanta antecedência, pode servir de alento para as famílias mais ansiosas. Para facilitar as primeiras compras do enxoval pode ser de grande ajuda.

Mas há muitas grávidas que se contentam em ficar sabendo pelo ultrassom quando for possível (o que costuma acontecer entre o quarto e o sexto mês de gravidez).

E há ainda quem consiga segurar a curiosidade até o momento do nascimento por preferir mesmo a surpresa (nesse caso, deve ser um exercício bem interessante comprar um enxoval inteiro que sirva para menino ou menina).

Você conseguiria esperar?!  Acha ansiedade demais fazer a sexagem? Investiria no exame de sangue ou se divertiria com o autoteste mesmo sabendo que pode ter uma surpresa depois...?

Escreva para nós contando a sua experiência e sua opinião. Ou deixe seu depoimento na nossa página no Facebook!

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